Pelas trilhasde El Chaltén
Dez dias na Patagônia argentina, uma trilha por dia e duas noites embaixo do Fitz Roy, com a câmera na mão e alguém do lado que já subiu essas trilhas.
A viagem é uma trilha por dia, saindo cedo e voltando quando a luz acaba — que no verão patagônico é bem tarde. As melhores horas de fotografia aqui são as duas pontas do dia, e quase sempre elas te pegam no meio do caminho, longe do vilarejo. Por isso o dia inteiro é planejado em volta de onde a gente vai estar quando a luz virar.
Entre 20 e 25 quilômetros por dia, com subida de verdade em quase todas. Em duas delas você carrega barraca, saco de dormir e comida, porque são os dias em que dormimos no Poincenot, o acampamento logo abaixo da montanha. São dez dias no total, contando ida e volta. Você não precisa ser atleta, mas precisa chegar treinado: quem já faz caminhada longa de fim de semana vai bem, quem nunca fez sofre no terceiro dia e perde o passeio. Um a dois meses antes, fazemos uma chamada de vídeo com o grupo: equipamento, bota, camada de roupa para vento e o que cabe na mochila que você vai carregar o dia inteiro.
O Fitz Roy pode não aparecer. Ele passa boa parte do ano dentro da nuvem, e quem te promete a montanha limpa não está falando sério. Dormir no Poincenot é a nossa resposta a isso: do acampamento até a Laguna de los Tres é cerca de uma hora de subida, então quando o céu abre — e às vezes ele abre por quarenta minutos, de madrugada — a gente já está do lado, em vez de estar a quatro horas de distância. Quem sobe de bate e volta no dia depende de sorte. Quem dorme embaixo dela depende de sorte também, mas com duas chances a mais e a madrugada inteira para usar cada uma.
Acompanhamento fotográfico
Não é guia levando o grupo até o mirante certo. É alguém do seu lado nas horas de luz, e uma conversa honesta sobre o que você trouxe no fim do dia.
A mochila certa pro dia
O que vai na mochila que você carrega o dia inteiro, e o que fica esperando no hotel. Peso a mais nas costas é hora a menos de trilha — a gente decide isso junto, antes do primeiro dia.
Composição andando
A luz muda enquanto você caminha até o ponto certo, e o vento da Patagônia não avisa quando vai chegar. Eu estou do seu lado lendo os dois — câmera na mão ou no tripé, sabendo quando vale segurar a respiração.
Revisão com tela grande
As imagens do dia, comentadas uma a uma — menos nas duas noites no Poincenot, onde a revisão vira conversa ao redor da lanterna, sem tela nenhuma.
Edição e seleção final
Uma chamada depois que todo mundo voltou, pra fechar a série que você trouxe da Patagônia.
Do celular à mirrorless. Quem nunca saiu do automático começa por aí. Quem já sabe, a gente fala de outra coisa — sem segurar o grupo e sem deixar ninguém pra trás.
Está incluso
- 10 noites de hospedagem, sendo 2 acampado no Poincenot
- Todos os transfers a partir do aeroporto de El Calafate
- Acompanhamento fotográfico durante toda a viagem
- Chamada de preparação com o grupo antes da viagem
Não está incluso
- Passagens aéreas até El Calafate (FTE)
- Seguro viagem — obrigatório, sem exceção
- Refeições — comemos juntos, num lugar diferente a cada noite, cada um paga a sua
- Barraca, saco de dormir e isolante
- Bota de trekking, mochila e roupa de montanha: equipamento pessoal
- Diárias extras, se você quiser esticar a estadia
Condições
- Valor por pessoa em quarto duplo ou individual — sob consulta
- Cancelamento gratuito até 4 de outubro de 2027
- Chegada obrigatória pelo aeroporto de El Calafate
- A viagem pede preparo físico: 20 a 25 km por dia, com subida
- Fitz Roy é montanha: o tempo manda, e a vista não é garantida